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	<title>Budega do Koruja</title>
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	<description>2007-2010</description>
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			<item>
		<title>Koruja no Ubuntu &#8211; Instalação do LAMP</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/koruja-no-ubuntu-instalacao-do-lamp/</link>
		<comments>http://koruja.org/blog/blog/koruja-no-ubuntu-instalacao-do-lamp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 01:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Koruja]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro passo após a instalação é fazer as atualizações do Ubuntu através do APT, para isso utilize os comando abaixo para atualizar os repositórios do Ubuntu e depois instalar as atualizações.
# apt-get update
# apt-get upgrade
1. Acesso Remoto
Devemos instalar o OpenSSH para fazer acesso remoto ao  servidor via PuTTY.
# apt-get install ssh openssh-server
2. Interface de Rede
Agora é importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4151" title="linux_ubuntu" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/linux_ubuntu.jpg" alt="" width="111" height="111" />O primeiro passo após a instalação é fazer as atualizações do Ubuntu através do <a title="Wikipedia: APT" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Packaging_Tool" target="_blank">APT</a>, para isso utilize os comando abaixo para atualizar os repositórios do Ubuntu e depois instalar as atualizações.</p>
<p><code># apt-get update</code><br />
<code># apt-get upgrade</code></p>
<h2>1. Acesso Remoto</h2>
<p>Devemos instalar o <a title="Wikipedia: OpenSSH" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Openssh" target="_blank">OpenSSH</a> para fazer acesso remoto ao  servidor via <a title="Wikipedia: PuTTY" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Putty" target="_blank">PuTTY</a>.</p>
<p><code># apt-get install ssh openssh-server</code></p>
<h2>2. Interface de Rede</h2>
<p>Agora é importante “fixar” um IP para o servidor, então edite o arquivo <em><strong>/etc/network/interfaces</strong></em>.</p>
<p><em>eth0</em> é a primeira interface (placa) de rede do servidor.</p>
<pre>auto lo
iface lo inet loopback

auto eth0
iface eth0 inet static
address 192.168.0.2
netmask 255.255.255.0
gateway 192.168.0.1</pre>
<p>Neste exemplo eu supomos que o servidor esteja em uma rede local cujo <a title="Wikipedia: Gateway" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gateway" target="_blank">gateway</a> é <em>192.168.0.1</em>, em uma rede <a title="Wikipedia: Redes privadas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Endere%C3%A7o_IP#Redes_privadas" target="_blank">classe C</a> e que o IP do servidor será <em>192.168.0.2</em>, porém isso depende das suas configurações de rede.</p>
<p>Depois reinicie as configurações de rede:</p>
<p><code># /etc/init.d/networking restart</code></p>
<h2>3. Nome do Servidor</h2>
<p>Agora é necessário editar o arquivo <em><strong>/etc/hosts</strong></em></p>
<p><span style="font-family: monospace"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif">Será necessário editar o arquivo <em>hosts</em> deixando-o como este:</span></span></p>
<pre>127.0.0.1    localhost.localdomain  localhost
192.168.0.2  servidor-koruja        koruja</pre>
<pre>Após as alterações execute as linhas abaixo:

<code># echo servidor-koruja &gt; /etc/hostname</code>
<code># /etc/init.d/hostname.sh start</code>

<code># hostname</code>
<code># hostname -f</code>

As últimas duas linhas acima devem exibir como resultado <em>servidor-koruja</em>.</pre>
<pre><strong>4. Servidor MySQL</strong></pre>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-4147" title="mysql" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/mysql.png" alt="" width="45" height="31" />4.1. Instalando o MySQL</strong></p>
<p>A instalação do <strong>MySQL</strong> envolve três pacotes que são o próprio MySQL, as bibliotecas de desenvolvimento e os arquivos binários de “client” e as ferramentas innotop e mysqlreport.</p>
<p><code># apt-get install mysql-server mysql-client libmysqlclient15-dev</code></p>
<p>Após o download iniciará o processo de instalação e durante a instalação o MySQL solicitará a senha de root do banco. Importante: Essa NÃO é a senha de root do sistema operacional, portanto é indicado utilizar outra senha.</p>
<p>Após instalado o MySQL deverá ser inicializado automaticamente. Para testar se o serviço está rodando utilize o comando abaixo:</p>
<p><code># netstat -tap | grep mysql</code></p>
<p>Se tudo estiver ok, será exibida uma resposta como esta:</p>
<p><code>tcp    0     0 *:mysql    *:*      LISTEN    4462/mysqld</code><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>4.2. Configurando o MySQL</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal">Como padrão o MySQL vem configurado para atendar requisições apenas de localhost (da própria máquina). Para desativar esta função então é necessário comentar a linha referente ao “bind-address” no arquivo my.cnf</span></strong></p>
<p><code># vi /etc/mysql/my.cnf</code></p>
<p>E comente a linha utilizando #. Deverá ficar assim:</p>
<p><code># Instead of skip-networking the default<br />
# is now to listen only on localhost which<br />
# is more compatible and is not less secure.<br />
#bind-address           = 127.0.0.1</code></p>
<p>Vale lembrar que esta ação influência negativamente a segurança do servidor, pois o MySQL passa a responder não só localmente, porém como o uso é para rede local e acesso via MySQL Administrator ou MySQL Query Browser, então é importante executar este passo, caso contrário o acesso remoto fica impossibilitado.</p>
<p>Após alterar o arquivo my.cnf lembre-se de reinicializar o serviço de banco de dados:</p>
<p><code># /etc/init.d/mysql restart</code><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>4.3. Criando banco de dados e adicionando usuário</strong></p>
<p><strong> </strong>Apesar de liberar o acesso remoto, o passo anterior ainda não possibilita conexão remota, pois o usuário root configurado na instalação não está habilitado para ser usado de um computador que não seja o local. Por questões de segurança evite liberar acesso remoto ao root, eu particularmente, quando tenho a necessidade de criar um novo banco de dados, prefiro me conectar via PuTTY, adicionar o banco de dados, criar um usuário para este banco de dados e a partir daí liberar acesso remoto para este usuário com opções de GRANT apenas neste novo banco e não no servidor todo.</p>
<p>Abaixo seguem os passos:</p>
<p><code># mysql -u root -p SUA-SENHA</code></p>
<p><code>Welcome to the MySQL monitor.  Commands end with ; or g.<br />
Your MySQL connection id is 33<br />
Server version: 5.0.67-0ubuntu6 (Ubuntu)</code></p>
<p><code>Type 'help;' or 'h' for help. Type 'c' to clear the buffer.</code></p>
<p><code>mysql&gt; CREATE DATABASE `NOVO-BANCO` DEFAULT CHARACTER SET latin1 COLLATE latin1_swedish_ci;<br />
Query OK, 1 row affected (0.00 sec)</code></p>
<p><code>mysql&gt; CREATE USER 'LOGIN-DO-USUARIO'@'%' IDENTIFIED BY 'SENHA-DO-USUARIO';<br />
Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)</code></p>
<p><code>mysql&gt; GRANT ALL PRIVILEGES ON `NOVO-BANCO` . * TO 'LOGIN-DO-USUARIO'@'%' WITH GRANT OPTION ;<br />
Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)</code></p>
<p><code>mysql&gt; FLUSH PRIVILEGES ;<br />
Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)</code></p>
<p>Pronto, agora já é possível conectar ao banco de dados utilizando o MySQL Administrator, MySQL Query Browser ou outra ferramenta.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>4.4. Ferramentas para administração do MySQL</strong></p>
<p>Recomendo a ferramenta web, não oficial, <a title="phpMyAdmin" href="http://www.phpmyadmin.net/home_page/index.php" target="_blank"><strong>phpMyAdmin</strong></a> é muito utilizada e difundida e provê grande parte dos recursos necessários para administratar o MySQL.</p>
<p>Para instalar no servidor:</p>
<p><code># apt-get install phpmyadmin</code></p>
<p>Não necessita nenhuma configuração adicional, mas automaticamente instala o Apache e o PHP no servidor. Para acessá-lo, após a instalação, digite http://&lt;IP-DO-SERVIDOR&gt;/phpmyadmin em seu browser.</p>
<h2>5. Servidor Apache e PHP</h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4148" title="apache" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/apache.png" alt="" width="36" height="47" /><strong>5.1. Instalando o Apache 2</strong></p>
<p><strong> </strong>Para instalação do Apache 2 execute o comando:</p>
<p><code># apt-get install apache2 apache2-doc apache2-mpm-prefork apache2-utils apache2-suexec libexpat1</code></p>
<p>Além dos arquivos binários e de configuração do Apache 2, também instale os seguintes módulos:</p>
<ul>
<li>apache2-doc – Documentação do servidor apache;</li>
<li><a href="http://httpd.apache.org/docs/2.0/mod/prefork.html" target="_blank">apache2-mpm-prefork</a> – É responsável pela possibilidade de uso de bibliotecas que não utilizam multi processos através de uma estrutura que trabalha com multi processos;</li>
<li><a href="http://packages.debian.org/sid/apache2-utils" target="_blank">apache2-utils</a> – Instala utilitários do Apache. Entre eles o htpasswd que serve para manipular arquivos de autenticação;</li>
<li><a href="http://httpd.apache.org/docs/2.0/suexec.html" target="_blank">apache2-suexec</a> – Habilita o Apache a rodar programas CGI e SSI usando qualquer usuário. Normalmente um CGI ou SSI, quando executado, é sob o mesmo usuário que é responsável pela inicialização do Apache. Sugestão: Só instale este módulo se tiver certeza que vai utilizá-lo. Lei mais na documentação oficial do Apache.</li>
<li><a href="http://packages.debian.org/unstable/libdevel/libexpat1-dev" target="_blank">libexpat1</a> – Biblioteca expat escrita em C para parse xml.</li>
</ul>
<p><img class="size-full wp-image-4142 alignleft" title="php" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/php.gif" alt="" width="50" height="27" /></p>
<p><strong>5.2. Instalando o PHP 5</strong></p>
<p><strong> </strong>Por enquanto não vamos alterar nenhuma configuração do Apache 2. Vamos instalar o PHP 5:</p>
<p><code># apt-get install libapache2-mod-php5 php5 php5-common php5-curl php5-dev php5-gd php-pear php5-imagick php5-imap php5-mcrypt php5-memcache php5-mhash php5-ming php5-mysql php5-pspell php5-recode php5-sqlite php5-tidy php5-xmlrpc php5-xsl php5-ps</code></p>
<p>Além do módulo de comunicação do Apache 2 com o PHP 5 (libapache2-mod-php5) e os arquivos binários e de configuração do PHP 5, também foram adicionados outros módulos. Abaixo segue uma breve descrição de cada um deles:</p>
<ul>
<li><a href="http://packages.ubuntu.com/gutsy/libapache2-mod-php5" target="_blank">libapache2-mod-php5</a> – Permite que o Apache 2 “entenda” o PHP;</li>
<li><a href="http://www.php.net/" target="_blank">php5</a> – Contém os arquivos binários e de configuração para utilização do PHP5;</li>
<li><a href="http://packages.debian.org/unstable/web/php5-common" target="_blank">php5-common</a> – Contém documentação e arquivos de exemplo;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/book.curl.php" target="_blank">php5-curl</a> – CURL é uma biblioteca para recuperar arquivos via FTP, GOPHER e HTTP;</li>
<li><a href="http://packages.debian.org/sid/php5-dev" target="_blank">php5-dev</a> – Pacote contendo os arquivos fonte do PHP5 necessários para compilar módulos adicionais;</li>
<li><a href="http://packages.debian.org/sid/php5-gd" target="_blank">php5-gd</a> – Responsável por manipular arquivos PNG, JPEG, XPM e TTF diretamente de scripts PHP;</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PEAR_(PHP)" target="_blank">php-pear</a> – É um repositório de código PHP focado na reutilização de código;</li>
<li><a href="http://www.imagemagick.org/script/index.php" target="_blank">php5-imagick</a> – Pacote que possibilita a manipulação de arquivos de imagem;</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Message_Access_Protocol" target="_blank">php5-imap</a> – Pacote que permite suporte a IMAP;</li>
<li><a href="http://br.php.net/mcrypt" target="_blank">php5-mcrypt</a> – Suporta uma grande variedade de algoritmos de criptografia;</li>
<li><a href="http://www.danga.com/memcached/" target="_blank">php5-memcache</a> – Objeto de cache de memória. Muito útil para performance;</li>
<li><a href="http://php.net/mhash" target="_blank">php5-mhash</a> – Suporte a algoritmos hash como MD5 e SHA1;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/intro.ming.php" target="_blank">php5-ming</a> – Permite criar arquivos SWF;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/intro.mysql.php" target="_blank">php5-mysql</a> – Responsável pela conexão ao banco de dados MySQL;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/intro.pspell.php" target="_blank">php5-pspell</a> – Checagem de ortografia. Vale a pena dar uma olhada no Aspell;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/intro.recode.php" target="_blank">php5-recode</a> – Permite a recodificação de caracteres;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/intro.sqlite.php" target="_blank">php5-sqlite</a> – Responsável pela conexão ao banco de dados SQLite;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/intro.tidy.php" target="_blank">php5-tidy</a> – Permite limpar e manipular de arquivos HTML;</li>
<li><a href="http://www.xmlrpc.com/" target="_blank">php5-xmlrpc</a> – Basicamente utilizado para webservices, permite a comunicação entre processos;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/book.xsl.php" target="_blank">php5-xsl</a> – Permite transformar arquivos XML tanto em outro através de XSLT quanto HTML ou texto;</li>
<li><a href="http://www.php.net/manual/pt_BR/intro.ps.php" target="_blank">php5-ps</a> – Pacote que permite a criação de arquivos PDF.</li>
</ul>
<p><strong>5.3. Testando a instalação</strong></p>
<p><strong> </strong>Após a instalação completa do Apache 2 e do PHP 5, então agora é hora de testar esta instalação.</p>
<p>Para testar a instalação basta criarmos o arquivo index.php com apenas uma linha de comando, porém esta linha mostra todos os detalhes da configuração do PHP.</p>
<p>Para criar o arquivo digite: <code># vi /var/www/index.php</code></p>
<p>Já dentro do arquivo digite:</p>
<p><code>&lt;? phpinfo() ?&gt;</code></p>
<p>Salve o arquivo com :wq! e mude as permissões do arquivo para que ele se torne executável:</p>
<p><code># chmod 755 /var/www/index.php</code></p>
<p>Em seu navegador digite: <em>http://&lt;IP-DO-SERVIDOR/index.php</em></p>
<p>Pronto, você deverá ter uma página como esta:<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>5.4. Configurando diretórios virtuais no Apache 2</strong></p>
<p><strong> </strong>Vamos edite o arquivo de configurações <strong>/etc/apache2/sites-avaliable/default</strong>.</p>
<p>Logo na penúltima linha, acima da tag <em>&lt;/VirtualHost&gt;</em> deverá ser incluída as informações para que seja possível utilizarmos diretórios virtuais no Apache, abaixo mostro código de exemplo:</p>
<p><code>Alias /koruja "/var/www/cmdb/"<br />
&lt;Directory "/var/www/cmdb"&gt;<br />
Options Indexes MultiViews FollowSymLinks<br />
AllowOverride None<br />
Order deny,allow<br />
Deny from all<br />
Allow from all<br />
&lt;/Directory&gt;</code></p>
<p>No exemplo queremos que ao digitar no browser o endereço <em>http://&lt;IP-DO-SERVIDOR/koruja </em>o Apache exiba os arquivos que estão em <em>/var/www/koruja</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fim do desktop está próximo?</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/o-fim-do-desktop-esta-proximo/</link>
		<comments>http://koruja.org/blog/blog/o-fim-do-desktop-esta-proximo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 22:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://koruja.org/blog/?p=4088</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com o Google, o fim dos desktops (computadores de mesa) pode estar mais próximo do que se imagina. John Herlihy, diretor de operações da gigante das buscas na Europa, afirmou nesta terça-feira na conferência Digital Landscapes que &#8220;os desktops deverão se tornar irrelevantes em três anos&#8221;.

Para o executivo, o clássico conjunto formado por um gabinete grandalhão de metal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o <strong>Google</strong>, o <strong>fim dos desktops</strong> (computadores de mesa) pode estar <strong>mais próximo do que se imagina</strong>. <strong>John Herlihy</strong>, diretor de operações da gigante das buscas na Europa, afirmou nesta terça-feira na conferência Digital Landscapes que <strong>&#8220;os desktops deverão se tornar irrelevantes em três ano<strong>s&#8221;.</strong></strong></p>
<p><strong><strong><img class="alignleft size-full wp-image-4089" title="ipad" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/ipad.jpg" alt="" width="377" height="372" /></strong></strong></p>
<p>Para o executivo, o clássico conjunto formado por um gabinete grandalhão de metal, monitor, teclado, mouse e diversos fios espalhados, deverá ser substituído por smartphones e outros dispositivos móveis, como o principal meio de diversão e entretenimento dos usuários num futuro bem próximo.</p>
<p><em>&#8220;Por exemplo, no Japão a maioria dos consumidores atualmente procura por smartphones e netbooks e não por computadores completos&#8221;, exemplificou.</em></p>
<p>O executivo acredita que uma peça-chave para essa mudança de comportamento será o <strong>amadurecimento de ferramentas de computação de nuvem, o famoso cloud computing</strong>, que deixará a tarefa de processar uma série de tarefas parrudas, com os servidores dedicados.<strong>&#8220;Dispositivos móveis permitirão que o conhecimento seja acessível a todos&#8221;</strong>, completou, otimista.</p>
<p><em>fonte:Techguru</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Portal do Software Público &amp; propriedade comum</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/portal-do-software-publico-propriedade-comum/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://koruja.org/blog/?p=4085</guid>
		<description><![CDATA[Em 1937 um economista inglês chamado Ronald Coase, que já ganhou o Prêmio Nobel de Economia, fez as seguintes perguntas: “por que as firmas existem?” e “existem limites para o crescimento das firmas?”
Podem parecer perguntas óbvias, mas creio que muitos bons profissionais, sejam eles empresários ou administradores públicos, não saberiam responder a esta pergunta.
O próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1937 um economista inglês chamado Ronald Coase, que já ganhou o Prêmio Nobel de Economia, fez as seguintes perguntas: “por que as firmas existem?” e “existem limites para o crescimento das firmas?”</p>
<p>Podem parecer perguntas óbvias, mas creio que muitos bons profissionais, sejam eles empresários ou administradores públicos, não saberiam responder a esta pergunta.</p>
<p>O próprio Coase respondeu à primeira pergunta usando a expressão “marketing costs”: o mercado não funciona sem custos, que são, resumidamente:</p>
<p>(1) o custo de busca da contra-parte;<br />
(2) o custo de redação do contrato;<br />
(3) o custo de monitoramento do cumprimento do contrato; e<br />
(4) o custo de acionamento do contratado no caso de quebra do contrato.</p>
<p>As firmas existem para minimizar estes custos. A segunda resposta, resumidamente, vem a reboque da primeira: se uma firma cresce demais ela tende a se tornar um mercado e volta a ter os tais “marketing costs”.</p>
<p>Mais tarde o professor Oliver Williamson, um ex-aluno de Coase, detalhou melhor os tais “marketing costs” (ou custos de funcionamento do mercado) e deu a eles o nome de custos de transação.</p>
<p>Oliver Williamson recebeu no ano passado (2009) o Prêmio Nobel da Economia justamente pelos seus estudos sobre os limites da firma. A professora Elinor Ostrom compartilhou este Nobel com o professor Williamson por seus estudos sobre o que o anglo-saxão chama de “commons”, que pode ser traduzido em português para propriedade comum. Elinor Ostrom foi a primeira mulher a receber o Prêmio Nobel de Economia. Quem quiser conferir é <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/2009/" target="_blank">só ir aqui</a>.</p>
<p>O leitor deve estar perguntando: “o que isso tem a ver com o portal do software público?” A resposta é simples e vou explicar baseado nos dois primeiro custos de transação: o de busca da contra-parte e o de redação do contrato.</p>
<p>Um portal é um mecanismo de visibilidade e de hospedagem na Internet. Ele tem um endereço na Internet que corresponde a um local onde são colocadas informações direcionadas a um determinado assunto, de maneira que quem visita o portal possa encontrar as informações de que necessita, além de hospedar arquivos que tenham relação com os assuntos tratados no portal.</p>
<p>Evidentemente um portal não vai ter todas as informações, mas ele auxilia na busca, reduzindo o custo delas. E numa época onde tempo e atenção são ativos muito preciosos (o concorrente está a um clique do mouse) qualquer redução nos custos de busca já é um tremendo ganho.</p>
<p>A abordagem concorrencial do parágrafo anterior faz muito sentido quando nos referimos ao mercado, à propriedade privada. Aí acontece um impasse: o portal do software público não é propriedade privada, mas sim propriedade do Governo Federal, ou seja, é propriedade pública.</p>
<p>Vem à tona, neste instante, uma aparente controvérsia, pois são oferecidos serviços de software pelo próprio Governo Federal e por empresas privadas num portal do Governo Federal e, ainda por cima, gratuitamente.  Será que haveria tal controvérsia a oferta fosse feita por um portal privado? Provavelmente não.</p>
<p>Acreditamos que a controvérsia não é em relação ao portal do software público, mas ao que ele divulga e hospeda: propriedade comum. Software público é propriedade comum. Mas o que é propriedade comum?</p>
<p>Bem, já existem definições muito precisas de propriedade privada e propriedade pública. Não há dúvidas quanto a isso. A novidade é que está em curso a (re) criação de uma terceira definição de propriedade, a propriedade comum, que não é privada nem pública e, ao mesmo tempo, privada e pública.</p>
<p>Escrevemos (re) criação, pois a propriedade comum já existia no tempo dos romanos, com o nome de res communes. Ela é construída pelo Estado e pela Sociedade e protegida pelos dois. Esta definição lembra o título de uma música dos Titãs: “Tudo ao mesmo tempo, agora!”.</p>
<p>Deste modo, Estado e Sociedade têm o direito de auferir os benefícios advindos dela. Como ainda está em curso toda uma discussão sobre a regulamentação desta propriedade comum que é o software público, ela ainda causa espanto (ou mesmo preocupação) a quem está fortemente ligado ás definições tradicionais de propriedade pública e propriedade privada. Isso é natural.</p>
<p>Voltando á análise dos custos de transação, atentemos para palavra “regulamentação” do parágrafo anterior. Pode-se facilmente notar que o portal do software público também está sendo usado como um ponto de encontro para a redação de uma espécie de licença de uso do software público brasileiro, a licença pública de marca.</p>
<p>Existe até um cronograma para isso que está no <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/news-item85" target="_blank">próprio portal</a>. Ou seja, esta licença está sendo escrita pelo Estado e pela Sociedade. O portal é um instrumento para minimizar o custo da redação da licença pública de marca, que nada mais é do que um contrato. Eis que chegamos à redução do segundo custo de transação: redução do custo de redação do contrato, baseado no rateio do custo por todos os envolvidos na redação dele, que são o Estado e a Sociedade, o público e o privado. A partir do uso do portal, bem entendido.</p>
<p>É Importante dizer que não há qualquer obrigatoriedade de qualquer propriedade, seja pública, seja privada, ser tornada comum. A propriedade comum é apenas mais uma definição de propriedade que se agrega às já existentes: propriedade pública, propriedade privada e propriedade comum. No caso específico do portal do software público, até onde sabemos, ninguém foi obrigado a hospedar o seu software lá ou tem qualquer privilégio por ter feito isso. Tudo foi feito de maneira voluntária.</p>
<p>O portal, inclusive, favorece à aplicação do Princípio Jurídico da Igualdade na Economia: tratar de forma igual os iguais e de forma desigual os desiguais, isto é, suprindo as deficiências (no caso, de divulgação e de redação contratual) aos pequenos que se cadastram no portal como prestadores de serviços, afinal o software é público. Isso é fomento público à concorrência.</p>
<p>Esperamos que este texto auxilie nas análises de custo x benefício tanto do mercado quanto do serviço público, do valor do portal do software público brasileiro, pois é isso que se propõe a ser: um ponto de encontro para aqueles que buscam soluções para seus problemas de tecnologia da informação a baixos custos. Sejam eles públicos ou privados.</p>
<p>Algumas referências bibliográficas:<br />
Coase, R. H., (1937), <a href="http://www.jstor.org/pss/2626876?cookieSet=1" target="_blank">“The Nature of the Firm”</a>. Economica 4 (16): 386-405.</p>
<p>Coase, R. H., (1960), <a href="http://www.sfu.ca/~allen/CoaseJLE1960.pdf" target="_blank">“The Problem of Social Cost”</a>. Journal of Law and Economics 3: 1-44.</p>
<p>Williamson, O. E., (1985), The Economic Institutions of Capitalism, New York: The Free Press.</p>
<p>Ostrom, Elinor (1990). Governing the Commons: The Evolution of Institutions for Collective Action.  New York: Cambridge University Press.</p>
<p>Uma pequena falta de modéstia, se me permitem:</p>
<p>Soares, M.V.B., (2007) “Nem privado, nem public: o software livre e o emergir da propriedade comum”, Conferência Internacional de Software Livre 3.0, Badajoz, Espanha. Disponível em <a href="http://dennis.eti.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=68:o-software-livre-e-o-emergir-da-propriedade-comum&amp;catid=36:software-livre&amp;Itemid=53" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>* Marcus Vinicius Brandão Soares é aluno de doutorado na COPPE-Sistemas / UFRJ, membro do IBDE &#8211; Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, do GEDEL &#8211; Grupo de Pesquisas da Escola Judicial do TRT de Minas Gerais &#8220;Justiça e Direito Eletrônicos&#8221; e do NECSO/UFRJ &#8211; Núcleo de Estudos em Ciência, Tecnologia e Sociedade da UFRJ.</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/propriedade-comum">http://www.softwarepublico.gov.br/propriedade-comum</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia das Mulheres &#8211; As mulheres no mundo</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/dia-das-mulheres-as-mulheres-no-mundo/</link>
		<comments>http://koruja.org/blog/blog/dia-das-mulheres-as-mulheres-no-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 23:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece-me óbvio,
as mulheres estão no centro do mundo.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me óbvio,<br />
as mulheres estão no centro do mundo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4095" title="mulheres no mundo" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/mulheres-no-mundo.jpg" alt="" width="600" height="494" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Wordpress &#8211; Alinhando o texto de seus posts de maneira justificada</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/wordpress-alinhando-o-texto-de-seus-posts-de-maneira-justificada/</link>
		<comments>http://koruja.org/blog/blog/wordpress-alinhando-o-texto-de-seus-posts-de-maneira-justificada/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 19:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma simples dica: alinhar o texto dos posts de seu blog de maneira justificada. O que eu ganho com isso? Nada. Você não ganha nada, quem ganha são seus leitores.
Texto justificados são melhores para ler, ou seja, seus leitores sentirão-se mais “a vontade”. A padronização do texto proporcionada acarreta num maior conforto na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma simples dica: alinhar o texto dos posts de seu blog de maneira justificada. O que eu ganho com isso? Nada. Você não ganha nada, quem ganha são seus leitores.</p>
<p>Texto justificados são melhores para ler, ou seja, seus leitores sentirão-se mais “a vontade”. A padronização do texto proporcionada acarreta num maior conforto na leitura.</p>
<p style="text-align: center">Veja uma simples comparação:<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-3952" title="Comparacao-Sem-Alinhamento" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/Comparacao-Sem-Alinhamento.jpg" alt="" width="624" height="491" /><br />
Sem alinhamento<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-3953" title="Comparacao-Com-Alinhamento" src="http://koruja.org/blog/files/2010/03/Comparacao-Com-Alinhamento.jpg" alt="" width="612" height="493" /><br />
Com alinhamento</p>
<p>A diferença parece não ser grande, mas esta pequena mudança faz uma grande diferença.</p>
<p>Como eu integro no meu blog? Vá ao seu editor de temas e procure por <em>&lt;?php the_content(); ?&gt;</em> ou  <em>&lt;?php the_excerpt(); ?&gt; </em>ou ainda alguma variação destas duas. Depois, substitua pelo seguinte:</p>
<blockquote>
<pre>&lt;div style="text-align:justify;"&gt;&lt;?php the_content(); ?&gt;&lt;/div&gt;</pre>
</blockquote>
<p>Salve o arquivo e estará tudo pronto. Vá a qualquer post publicado (preferencialmente os com textos grandes) e veja a diferença.</p>
<p>Lembrando que você também pode adicionar isto no arquivo page.php, o arquivo do tema para as páginas do seu blog.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://www.projetowp.com/dicas/alinhe-o-texto-de-seus-posts-de-maneira-justificada/">http://www.projetowp.com/dicas/alinhe-o-texto-de-seus-posts-de-maneira-justificada/</a></p>
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		<item>
		<title>All in One SEO Pack &#8211; Tudo de SEO para Blogs no Wordpress</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/all-in-one-seo-pack-tudo-de-seo-para-blogs-no-wordpresso/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 00:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem quer melhorar a indexação do Blog, há um excelenteplugin para Wordpress, muito completo e simples de usar. Considerado um dos melhores plugins de SEO para Blogs, o “All in One SEO Pack” pode elevar a qualidade de seu blog a um nível que muitos não conseguiriam sozinhos. Os segredos e diversas técnicas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3929" title="seo-1" src="http://koruja.org/blog/files/2010/02/seo-1.jpg" alt="" width="180" height="149" />Para quem quer melhorar a indexação do Blog, há um excelente<strong>plugin para Wordpress</strong>, muito completo e simples de usar. Considerado um dos melhores plugins de SEO para Blogs, o “<strong>All in One SEO Pack</strong>” pode elevar a qualidade de seu blog a um nível que muitos não conseguiriam sozinhos. Os segredos e diversas técnicas de SEO que existem podem ser inacessíveis para a maioria das pessoas e esse plugin promete deixar essas técnicas à mão de todos.</p>
<p><a name="more"></a></p>
<p>Esse recurso é para quem usa o Wordpress.org (com domínio e hospedagem próprios):</p>
<ul>
<li><a href="http://www.ferramentasblog.com/2010/01/como-criar-um-blog-no-wordpressorg.html">Como criar um Blog no Wordpress.org &#8211; Começando e instalando</a></li>
<li>Se não souber como instalar plugins: <a href="http://www.ferramentasblog.com/2010/01/como-instalar-plugins-no-wordpress.html">Como instalar Plugins no Wordpress</a></li>
</ul>
<p><strong>Download do Plugin: </strong><a href="http://wordpress.org/extend/plugins/all-in-one-seo-pack/" target="_blank"><span style="font-size: medium"><strong>All in One SEO Pack</strong></span></a> (site oficial do Wordpress)</p>
<p><span style="color: #ff8040;font-size: medium"><strong>Características:</strong></span></p>
<ul>
<li>URLs Canonicals</li>
<li>Adequação dos links de navegação das páginas</li>
<li>Otimização automática dos títulos para mecanismos de busca</li>
<li>Meta tags genéricas automáticas</li>
<li>Detecção e controle de conteúdo duplicado</li>
<li>Compatível com outros plugins de SEO, Meta tags e outros recursos</li>
</ul>
<p>A grande vantagem desse plugin é que, se você é iniciante, não tem que fazer nada e não precisa mexer em nenhuma configuração. É só instalar e usar e tudo o que é importante para SEO será aplicado a seu blog imediatamente e de forma totalmente automática.</p>
<p>Mas mesmo que você queira mexer nas configurações, tudo pode ser feito de forma simples. Depois de instalar o plugin, aparecerá no topo da página a solicitação de que sejam feitas algumas configurações:</p>
<p><img title="aviso-plugin-seo-wordpress" src="http://lh4.ggpht.com/_rwJ50XF9OVI/S3iQ6F5fA9I/AAAAAAAACuY/j0USd2MmPgE/aviso-plugin-seo-wordpress%5B7%5D.png?imgmax=800" border="0" alt="aviso-plugin-seo-wordpress" width="563" height="128" /></p>
<p>Clique no link “the admin page” ou vá ao menu “Configurações” ~&gt; “All in One SEO Pack”. Lá estarão algumas configurações, onde o mais importante é colocar o nome do Blog, uma descrição e algumas palavras-chave. O restante pode ficar como está, caso você não tenha muito conhecimento de SEO.</p>
<p><img title="config-seo-plugin-wordpress" src="http://lh4.ggpht.com/_rwJ50XF9OVI/S3iQ7CTL9FI/AAAAAAAACuc/Lsqx2TPKNRs/config-seo-plugin-wordpress%5B6%5D.png?imgmax=800" border="0" alt="config-seo-plugin-wordpress" width="558" height="274" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ferramentasblog.com/2010/02/all-in-one-seo-pack-tudo-de-seo-para.html">http://www.ferramentasblog.com/2010/02/all-in-one-seo-pack-tudo-de-seo-para.html</a></p>
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		<title>Os Paradoxos de Kennedy</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/os-paradoxos-de-kennedy-por-roberto-campos/</link>
		<comments>http://koruja.org/blog/blog/os-paradoxos-de-kennedy-por-roberto-campos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 14:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais embaraçoso episódios de minha carreira diplomática, quando embaixador em Washington, foram duas inesperadas indagações que me fez o presidente Kennedy, ao fim de uma conversa relativa à implementação do acordo Kennedy-Goulart sobre a transformação, em nacionalizações negociadas, das encampações confiscatórias feitas pelo governador Brizola, de empresas americanas de telefonia e eletricidade. Eliminar-se-ia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3759" title="RobertoCampos" src="http://koruja.org/blog/files/2010/01/RobertoCampos.gif" alt="RobertoCampos" width="64" height="90" />Um dos mais embaraçoso episódios de minha carreira diplomática, quando embaixador em Washington, foram duas inesperadas indagações que me fez o presidente Kennedy, ao fim de uma conversa relativa à implementação do acordo Kennedy-Goulart sobre a transformação, em nacionalizações negociadas, das encampações confiscatórias feitas pelo governador Brizola, de empresas americanas de telefonia e eletricidade. Eliminar-se-ia, assim, uma área de atrito.</p>
<p>Ao me despedir, Kennedy dardejou-me duas instigantes perguntas:</p>
<p>- &#8220;Por que , disse ele, no Brasil e na América Latina, há um viés favorável, entre estudantes, escritores e artistas, ao modelo soviético, maquilado de &#8220;socialismo real&#8221;? Deveria ser o contrário. Os estudantes adoram mudanças e a sociedade mais experimental do mundo são os Estados Unidos, com sua multiplicidade de raças e religiões, pluralismo político e abertura a inovações. Quanto aos escritores e artistas … presume-se que desejem liberdade criadora de pensamento e expressão. É precisamente isso que inexiste na União Soviética, onde a doutrina do &#8220;realismo socialista&#8221; condena o individualismo criador e transforma artes e artistas em instrumentos de propaganda partidária, sob pena de patrulhamento, gulags, exílios e privação dos direitos civis?</p>
<p>Confesso que fiquei embaraçado, sem resposta direta àquilo que chamei de &#8220;paradoxos de Kennedy&#8221;.</p>
<p>- Quanto aos jovens, balbuciei, parece que a rebeldia natural da idade se transforma em preconceito contra o mais forte e o mais poderoso. Os mais poderosos só podem aspirar a ser respeitados, nunca amados. A juventude tem encanto por utopias e o capitalismo é rico na produção de mercadorias, porém não na produção de mitos. Para os jovens, a fórmula do dinamite é mais fácil que a do cimento armado. E acrescentei que talvez Bernard Shaw tivesse razão ao dizer que a juventude é uma coisa maravilhosa, sendo pena desperdiçá-la nas crianças.</p>
<p>Mais difícil, acrescentei, é explicar a abundância de intelectuais de esquerda. E, bancando o erudito, citei a teoria de Raymond Aron, cujo livro &#8220;L&#8217;opium des intellectuels&#8221; eu conhecia bem, por ter prefaciado a edição brasileira. Diz Aron que o surgimento do &#8220;socialismo real&#8221; criou mitos substitutivos dos velhos deuses do Iluminismo: o Progresso, a Razão e o Povo. O novos deuses seriam: o mito da Esquerda, o da Revolução e o do Proletariado. Os intelectuais se seduziram por uma espécie de romantismo revolucionário, considerando as reformas &#8220;enfadonhas e prosaicas&#8221; e a revolução &#8220;excitante e poética&#8221;. O culto marxista da revolução violenta virou uma espécie de refúgio do pensamento utópico.</p>
<p>Para um político pragmático como Kennedy, interessado na melhora imediata da imagem de seu país entre os latino americanos, minhas divagações eram um lance errado. Ele queria respostas e eu desovava perplexidades. Há um outro paradoxo que Kennedy não mencionou. É que os socialistas, que tanto falam nas massas, não foram os criadores nem do consumo de massa, nem da cultura de massa. Essas massificações equalizantes foram produzidas pela cultura individualista americana. Hollywood foi uma criação de judeus provindos em grande parte dos guetos da Europa Oriental, vítimas de pobreza e discriminação e por isso obcecados com a idéia de criar fábricas de sonhos. O cinema, originado no Ocidente, talvez tenha sido a primeira &#8220;cultura de massa&#8221; do mundo, agora ampliada pela televisão e pela Internet, também em criações capitalistas.</p>
<p>Meditei muito ao longo de vários anos e até hoje não tenho respostas. Como explicar a mansa aceitação entre nós da cultura americana do jazz, do rock, do fast food, do cinema, acoplada a uma rejeição zangada da cultura do capitalismo democrático que lhes deu origem?</p>
<p>Como explicar que intelectuais de esquerda, que em seu país lutaram pela liberdade criadora e pela dignidade da pessoa humana, tivessem simpatizado, ao longo de vários anos de guerra fria, com um sistema que institucionalizava a delação, a censura, os expurgos e os gulags. Um sistema tão repressivo que levou ao suicídio grandes poetas como Mayakovsky e Ossip Mandelstan; que submeteu à censura política óperas de Shostakovich e obrigou filósofos como George Lukcás a humilhantes retratações.</p>
<p>É uma espécie de esquizofrenia ideológica, que se traduziu em mutilação de corpos e almas em nome da utopia. É por isso que não gosto das utopias. Como disse o politólogo Ralf Dahrendorf: &#8220;Nada mais anti-liberal que a utopia, que não deixa lugar para o erro nem para a correção&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.academia.org.br">http://www.academia.org.br</a> &#8211; Discurso de posse do acadêmico Roberto Campos</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lighttpd &#8211; Tratando conteúdo estático</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/lighttpd-tratando-conteudo-estatico/</link>
		<comments>http://koruja.org/blog/blog/lighttpd-tratando-conteudo-estatico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 15:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://koruja.org/blog/?p=3909</guid>
		<description><![CDATA[Para instalar o Lighttpd no Debian:
# apt-get install lighttpd
Se você já tiver o Apache instalando e executando, uma mensagem de erro será exibida dizendo que o Lighttpd não pôde ser iniciado, isso se dá porque ele tenta usar a porta 80, que já está ocupada.
Em minha solução deixei o Apache rodando na porta 80 e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3913" title="lighttpd" src="http://koruja.org/blog/files/2010/02/lighttpd.png" alt="" width="175" height="161" />Para instalar o <em>Lighttpd</em> no Debian:</p>
<p><strong># apt-get install lighttpd</strong></p>
<p>Se você já tiver o Apache instalando e executando, uma mensagem de erro será exibida dizendo que o Lighttpd não pôde ser iniciado, isso se dá porque ele tenta usar a porta 80, que já está ocupada.</p>
<p>Em minha solução deixei o Apache rodando na porta 80 e o Lighttpd na 81.</p>
<p>O arquivo de configuração do Light pode ser encontrado em <strong>/etc/lighttpd</strong>.  Para editá-lo:</p>
<p><strong># vi /etc/lighttpd/lighttpd.conf</strong></p>
<p>Deve ficar proximo disso:</p>
<pre class="brush: bash">
server.modules = (
&quot;mod_access&quot;,
&quot;mod_alias&quot;,
&quot;mod_accesslog&quot;,
&quot;mod_compress&quot;,
&quot;mod_expire&quot;,
)
# descomentei o módulo mod_expire para configurar a tag Expires

server.document-root = &quot;/var/www/vol/&quot;
## where to upload files to, purged daily.
server.upload-dirs = ( &quot;/var/cache/lighttpd/uploads&quot; )

## where to send error-messages to
server.errorlog = &quot;/var/log/lighttpd/error.log&quot;

## files to check for if .../ is requested
index-file.names = ( &quot;index.php&quot;, &quot;index.html&quot;,
&quot;index.htm&quot;, &quot;default.htm&quot;,
&quot;index.lighttpd.html&quot; )

#### accesslog module
accesslog.filename = &quot;/var/log/lighttpd/access.log&quot;

url.access-deny = ( &quot;~&quot;, &quot;.inc&quot; )
static-file.exclude-extensions = ( &quot;.php&quot;, &quot;.pl&quot;, &quot;.fcgi&quot; )

include_shell &quot;/usr/share/lighttpd/use-ipv6.pl&quot;

## bind to port (default: 80)
server.port = 81

server.pid-file = &quot;/var/run/lighttpd.pid&quot;

dir-listing.encoding = &quot;utf-8&quot;
server.dir-listing = &quot;disable&quot; # defini como disable, o padrão é enable

server.username = &quot;www-data&quot;
server.groupname = &quot;www-data&quot;

compress.cache-dir = &quot;/var/cache/lighttpd/compress/&quot;
compress.filetype = (&quot;text/plain&quot;, &quot;text/html&quot;, &quot;application/x-javascript&quot;, &quot;text/css&quot;)

# definição de HTTP-cache, note que o expires está para 1 ano e a etag foi desabilitada
expire.url = ( &quot;/&quot; =&gt; &quot;access plus 1 years&quot;)
static-file.etags = &quot;disable&quot;

include_shell &quot;/usr/share/lighttpd/create-mime.assign.pl&quot;
include_shell &quot;/usr/share/lighttpd/include-conf-enabled.pl&quot;

$HTTP[&quot;remoteip&quot;] =~ &quot;127.0.0.1&quot; {
alias.url += (
&quot;/doc/&quot; =&gt; &quot;/usr/share/doc/&quot;,
&quot;/images/&quot; =&gt; &quot;/usr/share/images/&quot;
)
$HTTP[&quot;url&quot;] =~ &quot;^/doc/|^/images/&quot; {
dir-listing.activate = &quot;enable&quot;
}
}
</pre>
<p>A configuração do Lighttpd é muito simples.  Esta configuração é única e exclusivamente para servir 1 site.<br />
Agora é só reiniciar  serviço:</p>
<p><strong># /etc/init.d/lighttpd restart</strong></p>
<p>teste:</p>
<p><strong># telnet localhost 81</strong><br />
Connected to localhost.<br />
Escape character is &#8216;^]&#8217;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Apache &#8211; Por que separar tráfego dinâmico do estático</title>
		<link>http://koruja.org/blog/blog/apache-por-que-separar-trafego-dinamico-do-estatico/</link>
		<comments>http://koruja.org/blog/blog/apache-por-que-separar-trafego-dinamico-do-estatico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 13:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://koruja.org/blog/?p=3890</guid>
		<description><![CDATA[Apache oferece uma série de facilidades que vão desde a possibilidade de prover páginas dinâmicas, como é o caso do PHP, até a criação de regras de rewrite, redirecionamento, otimização de cache, compressão de dados, manipulação de cabeçalhos/headers, etc.
O problema é que tamanha facilidade resulta em tamanho exagerado de memória usada por cada processo filho do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3884" title="ubuntu_apache_error" src="http://koruja.org/blog/files/2010/02/ubuntu_apache_error.gif" alt="" width="206" height="127" />Apache oferece uma série de facilidades que vão desde a possibilidade de prover páginas dinâmicas, como é o caso do PHP, até a criação de regras de rewrite, redirecionamento, otimização de cache, compressão de dados, manipulação de cabeçalhos/headers, etc.</p>
<p>O problema é que tamanha facilidade resulta em tamanho exagerado de memória usada por cada processo filho do Apache. Tais recursos do Apache são necessários somente no tratamento de conteúdo dinâmico e, mesmo numa página dinâmica, a maioria dos itens são estáticos.</p>
<p>Processos do apache para conteúdo dinâmico consome cerca de 3 à 20MB de RAM. E <strong>cresce</strong> para acomodar o conteúdo <strong>e nunca diminui </strong>até que o processo termine. Portanto, se um processo cresca até os 20MB para servir um conteúdo dinâmico, depois de completar a requisição, ele está livre para servir outra requisição. Se vier uma requisição para uma imagem (conteúdo estático), então esses 20MB de processos está servindo um conteúdo estático que poderia ser executado por um processo de 1MB. Podemos então concluir que a memória está sendo utilizada de forma ineficientemente.</p>
<p>Diferenças entre conteúdo Estático e Dinâmico:</p>
<p><img class="size-full wp-image-3905 alignleft" title="web_escritorio" src="http://koruja.org/blog/files/2010/02/web_escritorio.jpg" alt="" width="314" height="230" />ESTÁTICO:</p>
<ul>
<li>Não envolve prcessamento extra;</li>
<li>Servidor diretamente pelo servidor WEB;</li>
<li>Mais leve e rápido;</li>
<li>Exemplos: Imagens, HTML, JavaScripts e CSS.</li>
</ul>
<p>DINÂMICO</p>
<ul>
<li>Envolve processamento extra;</li>
<li>Servidor WEB &#8211;&gt; Engine interpreta o script;</li>
<li>Mais lento do que o conteúdo estático;</li>
<li>Exemplos: PHP, Perl e Python.</li>
</ul>
<p>Fontes e Referências</p>
<ul>
<li><a href="http://under-linux.org/wiki/Tutoriais/Apache/Apache-performance">http://under-linux.org/wiki/Tutoriais/Apache/Apache-performance</a></li>
<li><a href="http://www.howtoforge.com/configuring_apache_for_maximum_performance">http://www.howtoforge.com/configuring_apache_for_maximum_performance</a></li>
<li><a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Otimizando-seu-web-server-com-Apache2-+-Lighttpd/?pagina=2">http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Otimizando-seu-web-server-com-Apache2-+-Lighttpd/?pagina=2</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/nuno.loureiro/performance-webphp">http://www.slideshare.net/nuno.loureiro/performance-webphp</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://koruja.org/blog/blog/apache-por-que-separar-trafego-dinamico-do-estatico/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu &#8211; Adicionando Virtualhost no Apache</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 06:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Virtualhost é o método usado pelos servidores para hospedar mais de um site no mesmo computador.
Para adicionar um virtualhost para seu servidor Primeiro vamos entrar na pasta “sites-available”, que é onde fica as configurações dos hosts virtuais disponíveis.
# cd /etc/apache2/sites-available
Agora vamos criar um arquivo .conf para configuração do virtualhost do nosso projeto.
# sudo gedit meusite.dev.conf
No arquivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3884" title="ubuntu_apache_error" src="http://koruja.org/blog/files/2010/02/ubuntu_apache_error.gif" alt="" width="155" height="95" />Virtualhost é o método usado pelos servidores para hospedar mais de um site no mesmo computador.<br />
Para adicionar um virtualhost para seu servidor Primeiro vamos entrar na pasta “sites-available”, que é onde fica as configurações dos hosts virtuais disponíveis.<br />
<code># cd /etc/apache2/sites-available</code><br />
Agora vamos criar um arquivo .conf para configuração do virtualhost do nosso projeto.</p>
<pre class="brush: bash"># sudo gedit meusite.dev.conf</pre>
<p>No arquivo apontamos o nome que o ite vai ser chamado e seu caminho como no exemplo abaixo.</p>
<pre class="brush: bash">
&lt;VirtualHost *&gt;
ServerName meusite.dev
DocumentRoot /var/www/meusite.dev
&lt;/VirtualHost&gt;
</pre>
<p>Ativar seu novo virtualhost com o comando “a2ensite”, este comando criará um link para o site na pasta “/etc/apache2/sites-enabled”:</p>
<pre class="brush: bash"># sudo a2ensite meusite.dev.conf</pre>
<p>Para alterar as configurações é necessário reiniciar o apache</p>
<pre class="brush: bash"># sudo /etc/init.d/apache2 reload</pre>
<p>Agora é só acessar seu novo virtualhost pelo navegador.</p>
<p>Ao acessar o “http://meusite.dev”, você visualizará o conteúdo da pasta “/var/www/meusite.dev”.</p>
<p>Você pode adicionar quantos sites quiser usando esses mesmos passos.</p>
]]></content:encoded>
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